Terceira edição da mostra: um marco no roteiro de Gramado

Um dos conceitos que originaram o complexo da Villa Sergio Bertti, os ambientes assinados por arquitetos e designers de interiores de renome no país proporcionam ao público visitante uma visão completa e com originalidade de todo o trabalho realizado pela Sergio Bertti. Do primor impresso na marcenaria à versatilidade das formas dos móveis, a exposição atesta toda a expertise da marca adquirida ao longo de mais de três décadas de mercado.

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  • Fernando

    Thunm

    Bosque dos Álamos
    Uma história sustentável entre espaço e profissional

    Em 2001, o ano de estreia da Villa Sergio Bertti, o arquiteto e paisagista Fernando Thunm plantou espécies de álamos esguios e com 1,8m de altura. Hoje, na terceira edição da Maison Sergio Bertti, eles exibem 4m de altura e formas frondosas, dando nome ao espaço Bosque dos Álamos. Um crescimento que conta um pouco da história do complexo e da parceria com o profissional.

    Mais do que um retrofit natural, os mil metros quadrados ganharam novas intervenções para compor com a arquitetura da casa. São pérgolas pintadas no mesmo cinza-chumbo da fachada, criando novos volumes, executados pela Sergio Bertti. Em formato de L, essa nova estrutura tem como conceito a proposta de “abraçar a casa” com seu fechamento de elementos vazados.
    Outra novidade é o deck, que sugere o caminho para o heliponto, e novas intervenções no piso e na escada – agora com porcelanato rústico com aparência de pedra natural.

  • Màira

    Ritter

    Hall, Lavabo e Biblioteca
    Notáveis, não importa a metragem. Ambientes com personalidade do piso ao teto

    A assinatura da arquiteta Màira Ritter está presente em três espaços da Maison Sergio Bertti. Em todos, o traço contemporâneo se faz presente, mas uma observação mais detalhada revela que cada um apresenta tendências distintas em sua concepção.
    No Hall, a geometria é bastante presente, como no trabalho idealizado para o forro, onde linhas formam desenhos no revestimento de madeira – mesmo material eleito para as paredes. Entre as cores, o azul-marinho predomina junto ao branco. Papel de parede alvo, com textura de estampa espinha de peixe, veste uma das paredes.
    Para o Lavabo, Màira elegeu o eterno black&white. Novamente, porém com textura crocco, o papel de parede branco é um dos revestimentos, em composição com o piso preexistente de concreto. Na bancada com cuba esculpida, a escolha foi o granito mônaco. O preto surge no veludo da cortina.
    A lâmina de madeira é o elemento-forte na Biblioteca, com uma estante sob medida com predominância de nichos abertos executada pela Sergio Bertti. Entre preto e grafite, uma parede revestida de espelho – acesso à suíte – e peças de acrílico garantem leveza ao ambiente.

  • Marcele

    Muraro

    Red is Beautiful
    Sofisticação em vermelho que remete ao feminino e às grandes bibliotecas

    A beleza atemporal de um projeto permite que ele dure sem perder a força. O ambiente Red is Beautiful, da arquiteta Marcele Muraro, vestiu-se do tom marsala do piso de carpete ao teto e fez ressurgir as linhas de uma marcenaria da Sergio Bertti preexistente com uma personalidade completamente oposta.
    Com um “quê da moda criada por Valentino”, a profissional também imprimiu uma essência feminina e luxuosa ao espaço. Novos espelhos e molduras douradas renovam o visual da sala de leitura com pequeno estar e escrivaninha.
    No forro, o efeito almofadado remete às antigas bibliotecas, e, com o matiz predominante a colorir também tecidos como o veludo e o linho, todo o ambiente foi trabalhado, segundo Marcele, com muitas doses de dramaticidade.

  • Maria Cecília

    Sperb

    Having Fun
    Tendências e desejos em um espaço totalmente voltado para o lazer

    Se as casas serranas normalmente são voltadas para finais de semana e férias, a sala de jogos se torna, para muitos, o coração da casa. Valendo-se dessa atmosfera de relax, a designer de interiores Maria Cecília Sperb criou o espaço Having Fun. A mesa para carteados, com poltronas revestidas por tecido com estampa chevron, ganhou atenção especial. Além disso, a estante para livros da Sergio Bertti, com fitas de LED para iluminar os nichos, as paredes revestidas por papel e o tapete reload deixam o ambiente com personalidade de uma casa acolhedora sem perder o frescor de um lugar feito para diversão.
    Contrastes também foram trabalhados, como o uso de um sofá Sólon, em capitonê e couro preto, posicionado ao lado de uma luminária cor fúscia do designer egípcio Karim Rashid. Um xeque-mate da profissional.

  • Lídia

    Maciel

    Drink Lounge Chandon
    Um brinde cosmopolita: atual e presente em qualquer lugar do mundo

    Não é apenas a base clara que imprime versatilidade ao Drink Lounge Chandon, projeto da arquiteta Lídia Maciel. O posicionamento do mobiliário, tanto sob medida quanto de móveis de série, proporciona diferentes interpretações: do uso residencial, como uma sala principal, ao perfil de um lobby de um hotel de luxo.
    As cores predominantes, segundo a profissional, seguem o perfil da marca de espumantes, com o branco e o rosa-pele. Com fundo de espelho que duplica as garrafas expostas, as estantes com acabamento em laca também ganharam molduras de latão da Sergio Bertti.
    Para que os tons claros das peças fossem ainda mais destacados, entre elas os sofás usados de forma espelhada, um piso vinílico preto foi escolhido. Mesmo mantendo o tom alvo, os painéis de parede ganham personalidade com a proposta que remete aos boiseries franceses, executados pela Sergio Bertti. Com grande extensão de esquadrias, as cortinas modelo Pirouette precisavam, além da funcionalidade, atuar como elemento de decoração.

  • Ana Hnszel e

    Marcelo Polido

    Confraria da Villa
    Estética atemporal e arquitetura de interiores irretocável no cardápio

    Para quem não abre mão de uma arquitetura livre de modismos e excessos, como o arquiteto Marcelo Polido e a designer de interiores Ana Hnszel, o espaço Confraria da Villa, chancelado pela Construtora Casa da Montanha, traduziu-se em um deleite criativo. Com um entorno que contempla lago e morros com vegetação típica da Serra gaúcha, a nova construção erguida para o ambiente funcional é uma união entre interior e exterior feita através de grandes esquadrias e a criação de um mirante.
    A arquitetura de interiores tirou proveito da paisagem mesmo quando a marcenaria sob medida executada pela Sergio Bertti entra em cena, com vazados estratégicos que incluem o verde no visual madeirado. Em tom médio, as lâminas revestem os móveis e painéis desenhados pela dupla e também foram usadas em portas e detalhes ripados, em diferentes estímulos visuais, mesmo dentro do efeito monocromático. Texturas, couro e pedra complementam a ideia, dentro da sintonia de limpeza visual.
    Para atender a eventos de pequeno porte, o espaço conta com uma proposta de peças móveis, dispostas conforme a necessidade.

  • Joana

    Muller Braescher

    Refúgio Urbano
    Elegância e personalidade: um universo feminino sob medida

    A arquiteta Joana Muller Braescher inspirou-se em elementos femininos para o seu Refúgio Urbano. Entre cores claras e texturas que convidam ao toque, sempre norteadas por uma elegância discreta, o ambiente tem nas formas sinuosas os seus pontos de destaque, como as luminárias da Luzes do Mundo, de design internacional, e os móveis soltos.
    Em contraste com essas curvas, a marcenaria sob medida com acabamentos de laca Nebbia e laminado padrão Noche leva a assinatura da Sergio Bertti. A elegância, outra característica que a profissional bus- cou no universo pesquisado, fica por conta do uso da estampa chevron, do couro com acabamento vintage da chaise e do linho da cortina.
    Totalmente automatizado, o espaço ainda foi trabalhado com iluminação cênica e jogos de luz, como a fita de LED na marcenaria. Entre as tecnologias eleitas, as persianas Nantucket Picket Fence também contam com sistema de motorização.

  • Renato

    Bing

    Suíte do Colecionador
    Tons de rosa e azul ditam as linhas de uma suíte serrana surpreendente

    Uma casa de campo na serra do Rio Grande do Sul, em São Paulo ou onde mais a imaginação levar. O decorador Renato Bing define sua Suíte do Colecionador como um lugar onde “exageros são bem-vindos”, por tratar-se de um lugar de uso esporádico. Mas, como pode atestar quem visita o espaço, acima da cor e da medida temos apenas o aconchego.
    Equilíbrio é o que se vê nas predominantes candy colors. O azul e o rosa em matizes pastéis surpreendem pela maturidade e, ao lado de elementos como pele e tapete com estampa chevron, deixam o recanto acolhedor.
    Setorizado entre estar, espaço de trabalho e cama, o ambiente é todo ladeado por um lambri azul-claro nas paredes executado pela Sergio Bertti, considerado um dos destaques por Bing. As obras de arte de artistas gaúchos adicionam um proposital toque de black&white ao projeto.

  • Rudelger

    Leitzke

    Fuga contemplativa
    A segunda morada de um nômade que não perde o fôlego na hora de unir tradição e despojamento

    Um despojamento nômade com um “quê” da arquitetura de Frank Lloyd Wright. O Fuga Contemplativa é um exercício criativo do arquiteto Rudelger Leitzke para um estilo que ele define como beduíno, da pessoa que tem em sua segunda morada um local descompromissado. Para o autor, Gramado deve ser vista pelas lentes do despojamento, sem a necessidade de interpretações sisudas.
    A configuração versátil e os móveis soltos – com conceitos voltados ao modernismo – estão inseridos em uma verdadeira caixa de madeira com acabamento lavado da Sergio Bertti. De um lado, o painel de madeira sextavado veste do piso à parede um recanto com mesa de jantar. Do outro, como uma grande varanda, o piso remete aos tecidos de jacquard, porém em ladrilhos hidráulicos de técnica centenária. Elemento em alta na arquitetura de interiores, o cobre está presente na parede de entrada e na grande lareira horizontal executada minuciosamente pela Sergio Bertti.

  • Rogério

    Menin

    Bistrô das artes
    Boas-vindas: o evento começa pelo projeto de arquitetura de interiores

    Projetar um ambiente voltado para o aconchego em uma cidade serrana como Gramado é um desafio. Mas também um grande deleite criativo. Ao arquiteto Rogério Menin, autor do Bistrô das Artes, coube a missão de traduzir em materiais e formas a proposta de um ambiente funcional, pensado tanto para grandes eventos quanto para receber pequenos grupos.
    Já no acesso principal, a personalidade do profissional está impressa nas escolhas impactantes, mas sem chances para excessos. Uma porta de vidro acidato vermelho e revestimentos de mosaicos em tons de bronze são combinados aos ladrilhos hidráulicos com desenhos tridimensionais pretos e brancos no piso. Esses revestimentos também são contrapontos ao deck de madeira, que interliga paisagismo e interior.
    Executadas pela Sergio Bertti, as mesas e as cadeiras em assumida inspiração francesa, dispostas de forma simétrica, ganharam pintura ebanizada e, em alguns setores, foram revestidas por tapetes de killim preto e branco. As texturas de couros e peles também entram em cena, para o conforto tanto do toque quanto do olhar.

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